terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cientistas afirmam que Brasil pode ser atingido por Tsunami.

'Tsunami no Japão provoca medo nos paraibanos que moram no litoral; risco existe?'
O terremoto de 8,9 graus na escala Richter que sacudiu onordeste do Japão nesta sexta-feira gerou um tsunami que alcançou áreas dacidade de Sendai, onde imagens da emissora de TV local mostram que a águaarrastou carros e atingiu edifícios.


O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, dos EUA, emitiu um alerta que vale para toda a costa do Atlântico, exceto para as partes continentais de EUA e Canadaá, em decorrência do forte tremor que abalou acosta do Japão nesta sexta-feira (11). O alerta inclui o Havaí e vai do México até as costas daAmérica Central e América do sul, disse o centro.

O alerta vale para os seguintes países: Japão, Rússia, IlhasMarcus, Ilhas Marianas do Norte, Guam, Ilhas Wake, Taiwan, Yap, Filipinas,Ilhas MArshall, Belau, Ilhas Midway, Pohnpei, Chuuk, Kosrae, Indonésia,Papua-Nova Guiné, Nauru, Ilhas Johnston, Ilhas Salomão, Kiribati,Howland-baker, Havaí, Tuvalu, Ilhas Palmyra, Vanuatu, Tokelau, Ilhas Jarvis,Wallis-futuna, Samoa, Samoa Americana, Ilhas Cook, Niue, Fiji, Nova Caledônia,Tonga, Mexico, Ilhas Kermadec, Polinésia Francesa, Pitcairn, Guatemala, ElSalvador, Costa Rica, Nicarágua, Antártica, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru.


Risco para o Brasil é mínimo, mas existe.
Onda gigante devastaria cidades costeiras da Paraíba, invadindo lugares com até 10 km de distância do litoral. Os autores da idéia são os geofísicos Steven Ward (Universidade da Califórnia em Santa Cruz) e Simon Day (University College de Londres). Eles publicaram em 2001 no periódico"Geophysical Research Letters" uma simulação mostrando o queaconteceria se entrasse em colapso uma parte do vulcão Cumbre Vieja, noarquipélago das Canárias, a menos de 200 km da costa noroeste da África.

Uma avalanche de 500 km3 de terreno dentro do oceanoelevaria a água cerca de 900 m, concluíram os computadores de Ward e Day. A oscilação se propagaria em ondas sucessivas, cada vez menores, por todo o Atlântico. Fora as ilhas, o primeiro estrago seria sentido uma hora depois nacosta africana, com tsunamis de 50-100 m.

No que toca ao Brasil, o estrago ocorreria seis horas depoisdo colapso do vulcão. Iria de Fernando de Noronha e da Paraíba até o Amapá. Ondas de 4 m a 18 m se abateriam sobre capitais comoFortaleza, Natal, João Pessoa e São Luís. Vários pesquisadores brasileiros conheciam a pesquisa de Ward e Day e a mencionaram logo após a tragédia na Ásia. Um dos primeiros foi o físico Celso Pinto de Melo, da Universidade Federal de Pernambuco, que escreveu um artigo para o informativo "Jornal da Ciência".


Melo afirmava no texto que as probabilidades de um evento desses seriam "minúsculas", mas que, na escala geológica de tempo (milhões de anos), até as coisas mais improváveis acabam acontecendo. Lembrou que a vila de São Vicente, no litoral paulista, foi assolada em 1542, pouco após sua fundação, por ondas que se supõe tenham alcançado 8 m de altura e avançado 150 m terra adentro.

Um dos poucos cientistas interessados em tsunamis no Brasil é o geofísico peruano Jesús Berrocal, 66, do Instituto de Astronomia, Geofísicae Ciências Atmosféricas da USP. Ele está preparando para as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ) um estudo sobre o risco de tsunamis na costa leste do Brasil e agora foi convidado a apressá-lo.

Jornalista Reinaldo Azevedo: "A falsa denúncia de homofobia no 'Fantástico' demonstra por que a tal lei anti-homofobia não pode ser aprovada. Ou: O tiro no pé da militância gay"

23/04/2012

O “Fantástico” levou ontem ao ar uma reportagem preconceituosa. Sim, é o “preconceito a favor”. A questão é saber se o “preconceito a favor de uma causa” provoca ou não danos a terceiros. A dúvida é meramente retórica porque a resposta é óbvia. O vídeo com a reportagem está aqui. Eu a reproduzo abaixo (em vermelho). Leiam com atenção. Volto em seguida.
Dois domingos atrás, o Fantástico foi a Santos conhecer um curso que se destina a formar drag queens. Durante a gravação, um aluno se destacou e, quando voltou ao trabalho, o aprendiz de drag teve uma surpresa. E não foi nada agradável. Foi Ailton aparecer no Fantástico na semana passada. “Sou psicólogo, administrador, professor da área de logística e quase drag.”, disse ele na reportagem. No dia seguinte, tudo mudou. “Um dos meus chefes simplesmente chegou para mim e disse que não era condizente com ele, que aquilo não era bom para empresa, não era bom para a imagem”, conta o professor.
A reportagem era sobre um curso de drag queen, e Ailton era um dos alunos. Ele andou de salto alto, dançou, cantou. Ele era professor de logística em uma escola, no centro de São Vicente, litoral de São Paulo. Ficou dois anos e meio no emprego. Na segunda-feira depois da reportagem, recebeu o aviso do chefe, antes mesmo de chegar ao trabalho. “Ele falou abertamente: ‘você está demitido’”, diz conta. A carta de demissão diz que Ailton foi despedido “sem justa causa”, mas ele acha que o motivo está claro. “Sofri um ato homofóbico”, desabafa.
Por isso, o professor registrou um boletim de ocorrência por “injúria”. Contou à polícia que o patrão disse que ele era uma “mancha para sua empresa”. Ailton ficou apenas com o segundo emprego, em uma entidade que oferece cursos profissionalizantes de graça. O professor é homossexual assumido e alega que o agora ex-chefe sabia disso. “Eu não imaginava que fosse gerar essa polêmica toda”, se emociona Ailton.
Procuramos o dono da empresa. Ele conversou com nossa equipe, mas não quis gravar entrevista. Em uma nota, o advogado da escola contesta a versão de Ailton. Afirma que a empresa está “indignada com as inverdades mencionadas e que tomará medidas judiciais para proteger sua honra”. O ex-patrão de Ailton negou qualquer tipo de preconceito, disse que já vinha pensando em demitir o ex-funcionário, porque o rendimento dele estava caindo e que Ailton também estava faltando. Ele achou melhor fazer o desligamento, depois que Ailton não apareceu na escola durante dois dias, porque estava participando do curso de drag queen.
Repórter: Você faltava?
Ailton: O único dia que eu faltei, foi exatamente no Sábado de Aleluia. Na quinta-feira, eu havia deixado uma atividade.
Para a presidente da Comissão Nacional de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil, demitir por causa de duas faltas é exagero. “Não houve nenhuma advertência e simplesmente a demissão? Dois dias de falta não ensejam a demissão desta forma como foi feito. Acho que isso fica evidenciado, que foi uma demissão causada por homofobia.”, afirma Maria Berenice Dias.  Chateados, os colegas do curso de drag queen mandaram recados para o ex-patrão de Ailton.
“Agora você deveria conversar com o Ailton e trazer ele de volta. Faz isso que eu to te pedindo. Chama ele de volta que eu acho que vai ser melhor pra todo mundo.”
“Eu aproveitaria o marketing que o Ailton teve, colocaria ele montado de drag na frente da loja. Eu garanto que ia ter muito mais público. Pensa nisso. Contrata ele agora como drag!”, sugere Zé Carlos Gomes, coordenador do curso .
Segundo a representante da OAB, Ailton pode pedir indenização por danos morais. Mas ele não se decidiu. “Eu não sei te dizer até que ponto a indenização é interessante. Eu só sei de uma coisa: preconceito não pode existir.”
VolteiSe a tal lei tivesse sido aprovada, a chance de o ex-patrão de Ailton ir para a cadeia seria enorme. Dispensa “por homofobia” rende pena de 2 a 5 anos de reclusão. Caso o empregador seja acusado de não contratar alguém pela mesma a razão, a coisa é ainda pior: pena de três a cinco anos. No caso em questão, a lei nem existe, mas a sentença já está dada: pela reportagem do Fantástico — não há como negar — e pela representante da OAB, todos convertidos em juízes.
Aílton não tem dúvida de que foi vítima de homofobia, claro!, embora, vejam que fantástico (!), ele seja homossexual assumido e seu patrão soubesse disso. Assim, devemos entender que seu patrão “homofóbico” contratou um homossexual assumido. Entenderam???
Muito bem! Aílton diz que faltou ao emprego num dia e deixou de “cumprir uma atividade em outro”… Mas, se ele é gay e aparece na televisão se comportando como uma drag queen, é claro que só isso pode ter decidido a sua demissão. Temos, então, que um gay não poderá mais ser dispensado por incompetência, negligência, sei lá o quê. Será sempre homofobia. Fosse ele hétero e tivesse aparecido na TV como aluno de um curso para machões, aí não haveria como alegar preconceito.
Reitero: a lei nem foi aprovada, e já há gente sendo demonizada na televisão. Ademais, pergunto: uma escola — estou falando de “escola”, não de uma empresa da área de entretenimento — tem o direito de não querer uma drag queem como professora caso considere que isso a prejudica na disputa pelo mercado? Uma pré-escola pode decidir não contratar a Tia Swellen Wonderful — que, na verdade, é o Tio João Evangelista de Souza —porque isso deixaria as crianças um pouco confusas? Segundo a lei que querme aprovar, não! Cadeia! 
Essa é a mesma lei que poderia mandar para a cadeia um padre ou pastor que coibisse a expressão da “homoafetividade” dentro de uma igreja. Atenção! Se um líder religioso desse um pito num casal hétero que estivesse trocando um beijo de língua dentro do templo, a lei o protegeria. Afinal, nos seus domínios, cabe-lhe impor o padrão moral de sua crença. Caso fizesse o mesmo com parceiros gays, poderia ficar cinco anos trancafiado. E olhem que nem seria preciso dizer palavras duras: caso os parceiros gays se sentissem psicologicamente constrangidos — uma coisa, assim, subjetiva… —, já haveria motivos para a acusação de homofobia. O texto trata até do “constrangimento filosófico”, seja lá o que isso signifique.
O que quer essa gente? Que os empregadores comecem a ficar com receio de contratar gays, já que podem estar se expondo a uma futura acusação de homofobia?
Por Reinaldo Azevedo

EUA suspeitam agora que o Brasil possa fornecer urânio ao Irã.


ADO POR ALINA STEWART SEGUNDA-FEIRA, JULHO 23, 2012 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2qBrUIdkdZfyfern10SrjhZPQUesuSHTrOXs7Qq61USLlB-Bn7uh4-77IXC56vBHy6lUM0CTSaSIJhdy3VKBdjjoCcIka1xvSjdnJ7KAbajL9WtvRVu0MaDx8TMILca5M-LuTIpIFXcI/s1600/SNB_Esquema.jpg

O Brasil desperta "suspeitas" no governo dos Estados Unidos devido à sua negativa em aceitar inspeções completas na usina de Resende, segundo o pesquisador argentino Federico Merke.

Autor do livro "A Defesa no século XXI", lançado pela editora Capital Intelectual, Merke afirma que Washington desconfia da possibilidade do Brasil se tornar um fornecedor de urânio enriquecido ao Irã.

O escritor cita informes da Agência Internacional de Energia Nuclear (AIEA) e argumenta que o organismo nutre divergências com o Brasil desde 2003, quando fracassaram as negociações sobre o alcance das inspeções em Resende.

Segundo ele, chegou-se a um acordo em 2009, mas "o acesso dos inspetores continua sendo menor que o total".

Para os Estados Unidos e a Alemanha, o Brasil seria um dos oito países do mundo com capacidade para enriquecer urânio. 

Governo do Brasil desperta e decide pôr fim ao sonho da ONU, que pretendia transformar as áreas indígenas em nações independentes.


terça-feira, 24 de julho de 2012 | 05:10

Carlos Newton
Merece aplausos entusiásticos a portaria baixada pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre áreas indígenas, três anos depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal que homologou a demarcação em área contínua da reserva Raposa Serra do Sol. A nova portaria reafirma e coloca em vigor as 19 normas definidas pelo Supremo na época do julgamento, para demarcação e direito de uso de terras indígenas.
Além disso, a portaria confirma o entendimento do Supremo de que os direitos dos índios sobre as terras não podem ser sobrepostos aos interesses da política de defesa nacional. Portanto, fica garantido o livre acesso dos militares às reservas e a instalação de bases, unidades e postos militares nessas áreas indígenas.
A expansão de malha viária, a exploração de alternativas de geração de energia e de “riquezas de cunho estratégico para o País” também não dependerão de consentimento dos índios que vivem nas reservas, de acordo com as regras publicadas.
Estão proibidos o arrendamento e a comercialização de qualquer parte de território indígena que possa limitar o pleno exercício do usufruto e da posse direta pelas comunidades às quais se destina, assim como estão proibidos também o garimpo, a mineração e o aproveitamento hídrico das terras por parte dos próprios índios.
As tribos também não podem cobrar qualquer taxa extra ou fazer exigências para utilização de estradas, linhas de transmissão e outros equipamentos de serviço público que estejam dentro das áreas demarcadas.
Além disso, está mantida a proibição de ampliar de terras indígenas já demarcadas e fica também garantida a participação de Estados e municípios em todas as etapas do processo de demarcação.
Todos esses pontos são considerados polêmicos e vêm sendo criticados por organizações socioambientalistas e de defesa dos direitos dos índios, que temem o acirramento de conflitos agrários.
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APENAS REGULAMENTAÇÃO
Segundo o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, não se trata da criação de novas regras, somente a regulamentação para orientar órgãos da AGU a atuarem conforme o que foi estabelecido pelo Supremo em 2009.
“A portaria é necessária para que exista segurança jurídica desses processos. Estou acatando e não criando normas, apenas apropriando uma jurisprudência que o Supremo entendeu ser geral, para todas as terras indígenas. Não é uma súmula vinculante, mas estabeleceu uma jurisprudência geral”, explicou Adams.
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TRIBOS PERDEM AUTONOMIA
A portaria da Advocacia Geral da União restringe a autonomia dos povos indígenas em seus territórios, um direito que lhes é garantido pela Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela ONU em 2007 com apoio do Brasil.
Mas o tratado internacional nunca entrou em vigor no Brasil, porque os governos Lula e Dilma até agora não encaminharam o acordo das Nações Unidas para ser referendado pelo Congresso, circunstância obrigatória para que entre em vigor no Brasil. Se o Congresso aprovasse a Declaração da ONU, imediatamente as 206 nações indígenas brasileiras poderiam se declarar independentes, fechando suas fronteiras, instituindo a forma de governo que bem entendessem e até criando sua própria moeda, nos termos do tratado internacional.
Mas agora, com a portaria da Advocacia Geral da ONU, o sonho da ONU fica momentaneamente afastado. Até quando? Ninguém sabe.

Fósforo branco: crianças palestinas são queimadas vivas por Israel em Gaza.

Postado em: 12 ago 2012 às 14:43 | Palestina

Conflito: As Crianças de Gaza e as Bombas de Fósforo Branco

criança gaza
Criança palestina vítima de fósforo branco. Foto: divulgação
As crianças são as maiores vitimas do ataque com bombas de fósforo branco, na faixa de Gaza.O fósforo branco é usado regularmente para a fabricação de fogos de artifício e bombas de fumaça para camuflar movimentos de tropas, em operações militares. A sua utilização como componente de armas químicas é proibida pelas Convenções de Genebra e especialmente pela Convenção sobre Armas Químicas, reafirmando os termos do Protocolo de Genebra de 1925, que proíbe o uso de armas químicas e biológicas.
Bombas, munição de artilharia e morteiros, quando contêm fósforo, explodem em flocos inflamáveis, mediante impacto. São artefatos incendiários e causam queimaduras terríveis, podendo mesmo ser letais.É legal o uso de fósforo branco como componente de foguetes de iluminação e bombas de fumaça, e a Convenção sobre Armas Químicas (CWC) não o inclui na lista de armas químicas.O fósforo foi usado pelos exércitos desde a Primeira Guerra Mundial. Durante a Segunda Guerra, na Guerra do Vietnam e recentemente por Israel na Operação Chumbo Fundido . Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha também já utilizaram munições com fósforo.
Nas últimas décadas, porém, a tendência é o banimento do seu uso, contra qualquer alvo, civil ou militar, em razão dos severos danos causados pela substância e os especialistas acreditam que o fósforo deveria ser mesmo incluído entre as armas químicas, pois queima e ataca o sistema respiratório.Uma exposição prolongada, sob qualquer forma, pode ser fatal.

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Segundo a GlobalSecurity.org, citada pelo The Guardian, “Fósforo branco resulta em lesões dolorosas por queimadura química”. Partículas incandescentes de fósforo branco, resultantes da explosão inicial de uma bomba de fósforo, podem produzir extensas, dolorosas e profundas queimaduras (de segundo e terceiro graus). Queimaduras por fósforo carregam um maior risco de mortalidade do que outras formas de queimaduras devido à absorção de fósforo pelo organismo, através da área queimada, resultando em danos ao fígado, coração, rins e, em alguns casos, falência múltipla de órgãos.
criança fósforo
Bomba de fósforo branco.
criança fósforo branco
Efeitos do fósforo branco em criança palestina.
criança fósforo branco
O fósforo branco não para de queimar mesmo após atingida a pele.
criança fósforo
Fósforo branco atinge o solo em Gaza.
Além disso, essas armas são particularmente insidiosas porque o fósforo branco continua a queimar, a não ser em ambiente privado de oxigênio, até que seja completamente consumido, de forma que as pessoas atingidas, ainda que mergulhem na água, continuarão a queimar ao emergirem para respirar.
Durante a incursão israelita na Faixa de Gaza em dez 2008 a jan 2009, grupos humanitários estimam que cerca de 1.000 crianças foram feridas e 300 foram mortas.
A realidade das crianças palestinas de hoje está em ver seus pais e seus irmãos sendo mortos, suas casas sendo derrubadas, suas escolas bombardeadas.
Para piorar, Israel impõe um bloqueio econômico sobre a nação, gerando mais desespero e miséria para os palestinos.
Diante desse cenário absurdo, muitas crianças deixam de fazer o que faz a maioria das crianças: sonhar.

Fonte: Pragmatismo Político

Contrariando decisão do STF, Senado aprova exigência de diploma para jornalistas.



"Plenário contraria decisão do Supremo, de 2009, que havia acabado com a obrigatoriedade"





BRASÍLIA - Na contramão de decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2009, o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, por 60 a 4, Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que retoma a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. O entendimento do STF é que a obrigatoriedade do certificado de nível superior é um atentado à liberdade de expressão. A matéria vai para a Câmara dos Deputados.

O único que discursou contra a proposta foi o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Ele lembrou que o decreto-lei que regulamentou a profissão, e a exigência do diploma, foi instituído pela ditadura militar. Além dele, votaram contra os senadores Cyro Miranda (PSDB-GO), Kátia Abreu (PSD-TO) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

- O Senado quer colocar a profissão de jornalista na Constituição. O exercício da profissão de médico, contador, agrônomo, é regido pela lei, não pela Constituição. Isso é uma aberração. Só serve para atender o sindicalismo dos jornalistas. O mesmo que quer instituir o controle social da mídia, por meio da instituição do Conselho de Comunicação. Também é para atender as faculdades de jornalismo - disse Nunes Ferreira.
Autor da PEC, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) afirmou que a queda da exigência do diploma coloca a profissão “à margem da lei”, sendo o jornalista o único que não teria o diploma reconhecido. Diversos senadores afirmaram, em discurso, que a exigência do diploma seria um controle de qualidade para o exercício da profissão.

- Voto sim com convicção plena. A formação de jornalista é tão sólida quanto a de outros profissionais. Estamos votando a favor do bom jornalista nesse país - disse a senadora Vanessa Grazziottin (PCdoB-AM).

Fonte: oglobo